segunda-feira, 20 de julho de 2009
Download de livros
Desenvolvendo o hábito de leitura
Veja a seguir, as nove pequenas coisas que os pais, avós, professores e outros parentes dispostos a ajudar, podem fazer para auxiliar as crianças a aprenderem e a criarem gosto pela leitura.1 Leia em voz alta, para seu filho diariamente. Do nascimento até os seis meses, ele provavelmente não vai entender nada do que você está lendo, mas tudo bem assim mesmo. A idéia é que ele fique familiarizado com o som de sua voz e se acostume a ver e a tocar em livros.
2 Para começar, use livros ilustrados sem textos ou com bem poucas palavras. Aponte para as cores e figuras e diga seus nomes. Livros simples podem ensinar a criança coisas que mais tarde vão ajudá-la a aprender a ler. Por exemplo, ela aprenderá sobre a estrutura da linguagem - que existem espaços entre as palavras e que a escrita vai da esquerda para a direita.
3Conte histórias. Encoraje sua criança a fazer perguntas e a falar sobre a história que acabou de ouvir. Pergunte-lhe se pode adivinhar o que vai acontecer em seguida conforme for contando a história, com os personagens ou coisas da trama. Aponte para as coisas no livro que ela possa associar com o seu dia a dia. "Veja este desenho de macaco. Você lembra do macaco que vimos no Circo?"
4 Procure por programas de leitura. Se você não for um bom leitor, programas voluntários ou governamentais, na sua comunidade ou cidade, voltados para o desenvolvimento da leitura, lhe darão a oportunidade de melhorar sua própria leitura ou então ler para seu filho. Amigos e parentes podem também ler para seu filho, e também pessoas voluntárias que na maioria dos centros comunitários ou outras instituições estão disponíveis e gostam de fazer isso.
5Compre um Dicionário Infantil. Procure por um que tenha figuras ao lado das palavras. Então começe a desenvolver o hábito de brincando com a criança, provocá-la dizendo frases tais como: "Vamos descobrir o que isto significa?"
6 Faça com que materiais de escrever, tais como lápis, giz de cera, lápis coloridos, canetas, etc, estejam sempre disponíveis e a vista de todos.
7 Procure assistir programas educativos na TV e Vídeo. Programas infantis onde a criança possa se divertir, aprender o alfabeto e os sons de cada letra.
9 Leia você mesmo. O que você faz serve de exemplo para o seu filho.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Legislação
Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB)
Plano Nacional de Educação (PNE)
Lei nº 8069/90 - Estatuto da Criança e do Adolescente
Lei nº 10.436/02 - Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras e dá outras providências
RCNEI - Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil
Parâmetros Curriculares Nacionais 1ª a 4ª Séries
Volume 01 - Introdução aos PCNs
Volume 02 - Língua Portuguesa
Volume 03 - Matemática
Volume 04 - Ciências Naturais
Volume 05.1 - História e Geografia
Volume 05.2 - História e Geografia
Volume 06 - Arte
Volume 07 - Educação Física
Volume 08.1 - Temas Transversais - Apresentação
Volume 08.2 - Temas Transversais - Ética
Volume 09.1 - Meio Ambiente
Volume 09.2 - Saúde
Volume 10.1 - Pluralidade Cultural
Volume 10.2 - Orientação Sexual
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Ai, que vontade de morder
Como lidar com crianças que mordem. Estimule situações comunicativas, pois o uso progressivo da fala e de outras formas de comunicação vão, aos poucos, substituir as dentadas. Garanta que haja variedade de material, principalmente dos brinquedos preferidos. Dessa forma, há a possibilidades de escolha para todos, evitando-se assim as disputas. Esteja sempre por perto na hora em que o grupo compartilhar brinquedos. Evite situações que irritam ou cansam as crianças, como fome, sono e longos períodos de espera entre uma atividade e outra. Se houver uma que costuma morder com mais freqüência, fique próximo dela. Mas, se elas acontecerem... Antes de tudo, cuide de quem sofreu a mordida e o acolha. Se quem mordeu tiver mais de 3 anos, chame-o para ajudar a cuidar do machucado que causou e assim conhecer as conseqüências de sua ação. Não brigue, mas seja firme e explique que isso não é uma coisa boa de se fazer porque causa dor. Analise os contextos e a freqüência desse comportamento e investigue as causas. Nunca estigmatize a criança tornando-a a mordedora do grupo. Ao contrário, procure ajudá-la a mudar de atitude. Ao avisar os pais de quem sofreu a mordida, não revele o nome do colega que causou o machucado, mas explique as providências tomadas. Já os familiares da que mordeu só devem ser comunicados se o comportamento se repetir com freqüência.Aprendizagem aberta
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Os sete erros da escovação
Na foto abaixo, estão reproduzidos equívocos comuns na higiene bucal feita em escolas. Descubra quais são - e saiba como evitá-los
Bianca Bibiano (bianca.bibiano@abril.com.br)
O momento da escovação é um dos raros exemplos em que a parceria entre as áreas da saúde e da Educação costuma ser bem-sucedida. A maioria dos professores reserva a esse hábito um espaço na rotina diária da classe e sabe que ele deve ser iniciado antes mesmo do nascimento do primeiro dente (nos bebês, usam-se gaze e água na limpeza bucal). No entanto, cuidar dos dentes geralmente é o que menos acontece na hora da escovação. Sobretudo em turmas numerosas, em que não há como dar atenção individual, é comum ver crianças comendo pasta e mastigando escova, copos em más condições de higiene... A foto que ilustra esta reportagem traz sete erros básicos nessa atividade. Tente descobrir quais são e confira a resposta no rodapé da página.
http://revistaescola.abril.com.br/educacao-infantil/0-a-3-anos/sete-erros-escovacao-427726.shtml
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Dica de aquisição

Cabra-cega, pega-pega, mãe da rua e outras brincadeiras e passatempos para você se divertir. Descubra, também, como fazer bola de meia, fantoches, truques e mágicas incríveis.
Links das brinadeiras aqui:
Brincadeiras Cabra-Cega Gato e Rato Lenço Atrás Mãe da Rua Estátua Polícia e Ladrão Quantos Quilômetros? Tire a Sorte 1 Passa-Anel O Chefe Mandou Amarelinha Esconde-Esconde Cabo-de-Guerra Tire a Sorte 2 O Que Será? Dança das Cadeiras Mãos ao Alto! Elefantinho Colorido Pega-Pega Boca-de-Forno Brincadeira das Sílabas
Jogos e Passatempos
Jogo da Memória Pula Corda Oito Maluco Quebra-Cabeça 1 Berlinda Escravos de Jó Jogo de Gude Céu-Inferno Jogo de Pião Mímica Cinco Marias Palitinhos Porquinho Quebra-Cabeça 2 Jogo do Sério Gomuku
Fazer e Brincar
Posto de Gasolina Casinha de Bonecas Aviãozinho Balsa de Latas Pipa e Arraia Bichinhos de Pompom Mobília para Bonecas Bola de Meia Carrinho de Rolimã Papel Machê Fantoches Teatro de Fantoches Origami Pernas de Lata Cavalinho de Pau Catavento Colares e Pulseiras
Histórias e Versos A Porta Se Esta Rua Fosse Minha O Relógio Adivinhações 1 Tango-Lo-Mango No Meio do Caminho A Bailarina Adivinhações 2 Meus Sete Anos Sapo Cururu Mônica Borralheira Carneirinho, Carneirão Trem de Ferro Cachorrinho Está Latindo Cantiguinha de Verão Vestidinho Vermelho Samba Lelê A Barata Adivinhações
Truques e Mágicas
Balão Mágico Truque do Barbante Sombras Chinesas Saco Mágico Cineminha Escrita Dupla Ratinho de Lenço Desenhos Malucos Argolas Mágicas Truque da Lata Mensagem Telepática Lenço Mágico O Sumiço da Moeda Cartões Mágicos Nó Mágico Desenho 3D -->
Medidas: 13,5 x 19,0 cm
Venda: Nas Livrarias
quinta-feira, 28 de maio de 2009
O mundo ainda não estará perdido enquanto alguém em algum lugar lutar pelo certo - David Coimbra, jornalista
Era magro e alto, devia andar nas franjas dos 50 anos e tinha a pele luzidia de tão negra. Ao seu lado saltitava um menino de, calculei, uns quatro anos de idade, talvez menos. Devia ser o filho dele, porque o observava com um olhar quente de admiração, como se aquele homem fosse o seu herói... Bem. Ao menos foi o que julguei, certeza não podia ter.
Já ia me afastar quando, por entre as grades da cerca de uma creche próxima, voou um brinquedo de plástico. Um desses robôs cheios de luzes e vozes, que se transformam em nave espacial e prédio de apartamentos, adorado pelas crianças de hoje em dia. Algum garoto devia ter atirado o brinquedo para cima por engano, ou fora uma gracinha sem graça de um amigo.
O menino que era dono do brinquedo colou o rosto na grade como se fosse um presidiário, angustiado. O filho do catador de papel correu até a calçada, colheu o robô do chão e não vacilou um segundo: retornou faceiro para junto do pai, o brinquedo na mão, feito um troféu.. Olhei para o menino atrás da cerca. Estranhamente, ele não falou nada, não gritou, nem reclamou. Ficou apenas olhando seu brinquedo se afastar na mão do outro, os olhos muito arregalados, a boca aberta de aflição.
Muito orgulhoso, o filhinho do catador de papéis mostrou o brinquedo ao pai. O pai olhou.. E fez parar a carrocinha. Largou-a encostada ao meio-fio. Levou a mão calosa à cabeça do filho. E se agachou até que os olhos de ambos ficassem no mesmo nível.
A essa altura, eu, estacado no canteiro da rua, não conseguia me mover. Queria ver o desfecho da cena. O pai começou a falar com o menino. Falava devagar, com o olhar grave, mas não parecia nervoso. Explicava algo com paciência e seriedade. O menino abaixou a cabeça, envergonhado, e o pai ergueu-lhe o queixo com os nós do dedo indicador.Falou mais uma ou duas frases, até que o filho balançou a cabeça em concordância.
A seguir, o menino saiu correndo em direção à creche. Parou na grade, em frente ao outro garoto. Esticou o braço. E, em silêncio, devolveu-lhe o brinquedo. Voltou correndo para o pai, que lhe enviou um sorriso e levantou a carrocinha outra vez. Seguiram em frente, o pai forcejando, o filho ao lado, agora não saltitante, mas pensativo, concentrado.
Então, tive certeza: aquele olhar com que o menino observara o pai era mesmo de admiração, ele era de fato o seu herói.
Texto publicado no jornal Zero Hora de 26/09/2008
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Crematório de Cérebros
Cristovam Buarque *
Mas não nos horrorizamos quando os livros são impedidos de ser escritos e os jovens de se transformarem em escritores. Indignamo-nos com a queima de livros e a prisão de escritores, mas não com a incineração de cérebros como se faz no Brasil, ao negarmos educação ao povo. Pior do que queimadores de livros, somos incineradores de cérebros que escreveriam livros, se tivessem a chance de estudar. A história do Brasil é a história do impedimento de que livros sejam escritos e de que cientistas e intelectuais floresçam.
Quando os livros são queimados, alguns se salvam. Mas se eles não são escritos, não há o que salvar. Quando os escritores se salvam, eles escrevem outros livros, mas quando não aprendem a ler, queimam-se todos os livros que poderia escrever.
O Brasil é um crematório de cérebros.
Ao nascer, cada ser humano traz o imenso potencial de um cérebro vivo e virgem. Como um poço de energia a ser ainda construído: pela educação. No Brasil, treze porcento dos adultos são analfabetos, apenas trinta e cinco porcento concluem o ensino médio; destes, só a metade tem uma educação básica com qualidade acima da média. Portanto, oitenta e dois porcento ficam impedidos de escrever, todos os livros que escreveriam são queimados antes de escritos.
Como se o Brasil fosse um imenso crematório de inteligência.
As conseqüências são perfeitamente perceptíveis: basta olhar a cara da escola pública no presente para ver a cara do País no futuro. Apesar de nossos quase 200 milhões de cérebros, o quinto maior potencial intelectual do mundo, o Brasil continuará a ser um país periférico na produção de conhecimento. Da mesma forma como a China regrediu intelectualmente depois de Shih Huang Ti; a Alemanha, com Hitler; a Península Ibérica, com a Inquisição; o Brasil está perdendo o potencial de seus cérebros interrompidos. O resultado já é visível: ineficiência, atraso, violência, desemprego, desigualdade, tolerância com a corrupção e a contravenção. Um país dividido por um muro da desigualdade que separa pobres e ricos; e separado das nações desenvolvidas.
Durante anos, falou-se no "decolar" da economia. Achava-se que para um país ter futuro bastava educar uma elite, um pequeno conjunto de profissionais superiores a serviço da economia. Formamos uma minoria no ensino superior, escolhida depois de rejeitar a imensa maioria na educação de base, e perdermos o potencial das dezenas de milhões deixadas para trás.
Ou o Brasil se educa ou fracassa; ou educamos todos ou não teremos futuro e a desigualdade continuará; ou desenvolvemos um potencial científico-tecnológico, ou ficamos para trás. Se a universidade é a fábrica do futuro, o ensino fundamental é a fábrica da universidade. Sem uma professora primária que lhe tivesse ensinado as primeiras letras e as quatro operações, Albert Einstein não teria se tornado cientista. Nossos prêmios Nobel morreram antes de aprender as quatro operações. Não podemos formar inteligências enquanto formos queimadores de cérebros. Não podemos melhorar a educação superior sem uma educação realmente universal e de qualidade para todos.
Só o pleno desenvolvimento do imenso potencial da energia intelectual dos brasileiros permitirá derrubar o muro do atraso e o muro da desigualdade. Mas isso exige que o horror que sentimos com os estrangeiros que queimavam livros e sábios, seja transferido para nós próprios, incineradores de livros que não foram escritos, de doutores que morreram analfabetos. Incineradores de cérebros.
* Professor da Universidade de Brasília, Senador pelo PDT / DF.
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Para os pais:
• Pergunte qual é o nome das professoras e de outros funcionários.
• Observe o comportamento da criança quando ela chega na instituição (alegria, timidez ou choro).

Lei nº 11.738 de 16/7/2008
Piso Salarial Profissional Nacional – Lei nº 11.738 de 16/7/2008O piso salarial profissional nacional é o valor abaixo do qual os entes federativos (União, Estados, Distrito Federal e Municípios) não poderão fixar o vencimento inicial das carreiras do magistério público da educação básica, para a jornada de, no máximo, 40 (quarenta) horas semanais.
Qual o valor do Piso? O valor do piso salarial profissional nacional para os profissionais do magistério público da educação básica com formação em nível médio na modalidade Normal foi fixado pela Lei em R$ 950,00 (novecentos e cinqüenta reais).
Para que profissionais o Piso se aplica? O valor de R$ 950,00 do piso se aplica para profissionais do magistério público da educação básica com formação em nível médio na modalidade Normal com jornada de 40 horas semanais.
Quais são os profissionais do magistério público da educação básica? Por profissionais do magistério público da educação básica entendem-se aqueles que desempenham as atividades de docência ou as de suporte pedagógico à docência, isto é, direção ou administração, planejamento, inspeção, supervisão, orientação e coordenação educacionais, exercidas no âmbito das unidades escolares de educação básica, em suas diversas etapas e modalidades, com a formação mínima determinada pela legislação federal de diretrizes e bases da educação nacional.
